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Porque escolas particulares estão implantando a plataforma da UNO Robótica

Há 10 anos no mercado, a UNO Robótica é referência quando o assunto é robótica educacional, tanto que, neste período, já ministrou mais de 35 mil de horas de atividades, entre aulas e palestras, atingiu cerca de oito mil estudantes, e está presente em diversas escolas do país.

Entre elas está o Colégio Aplha, de Arujá (SP). Inaugurado em 1995, ele atende aproximadamente 400 estudantes, com idades entre 1 e 18 anos – vai do ensino infantil ao médio. Com proposta pedagógica bilíngue, a instituição utiliza os sistema Anglo e Cambridge, e, desde o início do ano, oferece o curso de robótica elaborado pela UNO.

“Estamos atendendo a uma exigência do mercado, e dos pais e dos alunos, afinal, hoje em dia, o aprendizado de tecnologia é fundamental”, diz Salete Bernardo do Perpétuo Socorro, diretora da escola. “Passamos alguns anos estudando propostas de robótica, porém, nenhuma era completa, até conhecermos a UNO. A plataforma oferecida pela empresa engloba diversas áreas, e o material não fica apenas no virtual. Fora isso, cada criança tem seu próprio robô, o que faz toda a diferença nas aulas”, acrescenta.

Para Rudi Teodorowitsch, professor de informática há 25 anos e de robótica há 14 no Rio Grande do Sul, o que torna esta plataforma tão especial é o fato de a companhia ser responsável pelo desenvolvimento tanto do produto quanto do sistema. “O material que ela trabalha é diferente de tudo o que existe. Ele traz ideias inovadoras, e isso se deve ao fato de seus idealizadores estarem sempre pesquisando e se instrumentalizando. Eles são visionário, criativos e não ficam parados no tempo”, afirma.

Quem também utiliza a metodologia da UNO Robótica é o Colégio Luterano Concórdia, de Canoas (RS). Funcionando há quase 75 anos, ele tem 520 alunos e oferece desde o ensino infantil até o médio. Como explica seu diretor, Sérgio Lutz, a proposta educacional busca a formação integral do ser  humano, elevando o nível de consciência da realidade social, a fim de capacitá-lo a atuar em uma sociedade melhor, mais justa e mais humana.

A instituição ainda está atenta à nova realidade do mundo. Por conta disso, passou a contar com o curso de robótica em sua grade de atividades extracurriculares. “Nosso objetivo foi colocar os alunos em contato com a tecnologia desde cedo, o que certamente fará toda a diferença na sua vida atual e futura”, relata Lutz.

Para o profissional, a escolha da UNO deveu-se a alguns fatores: “Conheço a empresa há muitos anos, e sei da seriedade com que trabalham. Fora que oferecem um método diferenciado, pelo qual o estudante aprende não só programação e robótica, mas também o raciocínio lógico, agregando muito no aprendizado de outras matérias, como matemática, e na formação como um todo”.

O diretor conta ainda que os alunos adoram as aulas. “Eles não perdem uma, chegam vibrando. Aliás, crianças que nem estudam aqui têm demonstrado interesse em fazer o curso. Ele teve uma grande repercussão nas redondezas”, completa.

Em Mogi das Cruzes (SP), o Colégio Gutenberg foi um dos primeiros a adotar a robótica educacional, em 2008. Funcionado há 32 anos, o local promove um ensino – do infantil ao médio – bastante humanizado e busca estar sempre atualizado no uso de novas tecnologias, tanto que conta até com o laboratório Gutech.

Este centro tem como finalidade promover a construção, a autonomia, proatividade, socialização dos valores morais, trabalho em equipe, autodesenvolvimento, capacidade de solucionar problemas, senso crítico, integração de disciplinas, exposição de pensamentos, criatividade e responsabilidade.

“O mundo está muito dinâmico, moderno, e a linguagem de programação é o futuro. Ela é importantíssima, pois os alunos já saem na frente e, com certeza, isso irá ajudá-los em toda a sua vida”, analisa Leonardo Assis, diretor administrativo da instituição, que, desde 2013, utiliza a metodologia da UNO Robótica.

“O maior diferencial desta plataforma é o aluno poder levar o robô para casa. Dessa forma, ele pode aplicar as programações que aprendeu na sala de aula em outros ambientes, o que é muito bacana”, finaliza o profissional.

 

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