Foto: Divulgação

Uso de robôs em cirurgias aumenta as chances de cura do câncer de próstata

No ano passado, o Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca) estimou 61.200 casos novos de câncer de próstata no Brasil. Trata-se do segundo tipo da doença mais comum entre os homens (atrás apenas do de pele não-melanoma). Em valores absolutos, e considerando ambos os sexos, é o quarto mais comum.

Bastante temida, a enfermidade ainda causa resistência, já que muitos homens se recusam a fazer a prevenção. Grande erro, pois sua descoberta precoce aumenta em 90% a chance de cura. Em paralelo a isso, os métodos de tratamento estão se desenvolvendo, se tornando mais fáceis e menos traumáticos.

Uma das grandes novidades é a cirurgia robótica. Segundo o Hospital Moriah, de São Paulo, que recentemente passou a realizar este tipo de operação com o robô Da Vinci Xi, ela é mais precisa e menos invasiva para o paciente, e ainda garante uma recuperação mais ágil e, consequentemente, menos tempo de internação.

O que acontece é que o robô, sempre auxiliado pelo médico, possui a capacidade de dissecar e suturar tecidos de forma mais assertiva, aumentando as chances de cura da doença. “Usamos a tecnologia com sabedoria. Acreditamos no robô justamente por ele ser conduzido por profissionais treinados”, comenta Alexandre Teruya, CEO do centro médico-cirúrgico do hospital.

 

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