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Professores da FGV dão dicas de como acompanhar o acesso dos filhos à internet

De acordo com uma pesquisa produzida pela organização inglesa GuardChild, 70% das crianças e dos adolescentes entre 7 e 17 anos afirmam ter encontrado pornografia acidentalmente na internet enquanto navegavam por outros motivos. Para evitar que casos como esses aconteçam na sua família e com amigos, André Miceli, coordenador do MBA em Marketing Digital, e Regina Laura, professora e pesquisadora do tema, ambos da Fundação Getulio Vargas (FGV), dão dicas de como controlar e proteger os filhos.

Impor limites claros

É necessário ter limites claros na quantidade de tempo conectado. Além disso, toda família deve implementar a “política de porta aberta”, na qual os pais ou responsáveis devem sempre interagir com seus filhos durante o tempo no computador.

Prestar atenção

Verifique os games que as crianças e os adolescentes estão jogando e o que estão procurando. Deixe-os saber que você está interessado e prestando atenção. Quando possível, especialmente com crianças mais novas, sente-se com elas e interaja.

Cuidar do vício

Quem cuida de uma criança deve sempre estar atento, além da interação nas redes sociais, ao vício no uso. A relação dos pequenos com a tecnologia não tem sido saudável. Em muitos casos, eles ficam menos interessadas em atividades como esportes e leitura e estão mais propensos a insônia e irritabilidade.

Educar para o uso da internet

É preciso educar as próximas gerações sobre como usar a internet e aproveitar ao máximo o que a tecnologia tem a oferecer. O certo é garantir que cada criança e adolescente encontre uma maneira própria e saudável de se relacionar com tudo isso.

Usar recursos auxiliares

Alguns recursos podem ajudar no bloqueio de aplicações e sites indevidos. Há opções que informa a localização e o histórico dos lugares visitados. Com eles também pode-se definir limites de tempo de uso, rastrear textos e contatos. Mas eles têm de ser usados com parcimônia. Combater o vício, a pedofilia e fazer da tecnologia uma aliada na educação deve ser um objetivo de todos os pais. Mesmo com os recursos disponíveis, é fundamental que a família entenda que o diálogo e o amor continuam sendo os recursos mais eficientes nesse processo.

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